quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Perfect- Simple Plan



Hey dad look at me
Think back and talk to me
Did I grow up according to the plan ?
And do you think I'm wasting my time doing things I wanna do?
But it hurts when you disapprove all along

And now I try hard to make it
I just wanna make you proud
I'm never gonna be good enough for you
I can't pretend that
I'm alright
And you can't change me

'Cause we lost it all
Nothing lasts forever
I'm sorry
I can't be perfect
Now it's just too late
And we can't go back
I'm sorry
I can't be perfect

I try not to think
About the pain I feel inside
Did you know you used to be my hero?
All the days you spent with me
Now seem so far away
And it feels like you don't care anymore

And now I try hard to make it
I just wanna make you proud
I'm never gonna be good enough for you
I can't stand another fight
And nothing's alright

'Cause we lost it all
Nothing lasts forever
I'm sorry
I can't be perfect
Now it's just too late
And we can't go back
I'm sorry
I can't be perfect

Nothing's gonna change the things that you said
Nothing's gonna make this
right again
Please don't turn your back
I can't believe it's hard
Just to talk to you
But you don't understand

'Cause we lost it all
Nothing lasts forever
I'm sorry
I can't be perfect
Now it's just too late
And we can't go back
I'm sorry
I can't be perfect

'Cause we lost it all
Nothing lasts forever
I'm sorry
I can't be perfect
Now it's just too late
And we can't go back
I'm sorry
I can't be perfect



TRADUÇÃO

Ei pai olhe para mim
Pense no passado e me diga
Eu cresci de acordo com os seus planos?
E você pensa que eu estou desperdiçando o meu tempo fazendo coisas que eu gosto de fazer?
Mas machuca quando você desaprova tudo

E agora tento ficar bem
Eu apenas queria fazer você se sentir orgulhoso
Eu nunca serei bom o suficiente pra você
Eu não consigo fingir que
Eu estou bem
E você não pode me mudar

Porque nós perdemos tudo
Nada dura para sempre
Me desculpe,eu não consigo ser perfeito
agora é apenas muito tarde
Nós não podemos voltar atrás
Me desculpe, eu não consigo ser perfeito

E tento não pensar
Sobre a dor que eu sinto interiormente
Você sabia que costumava ser o meu herói?
Todos os dias que você passou comigo
Agora parecem tão distantes
E parece que você não se liga mais

E agora eu tento ficar bem
Eu apenas queria fazer você se sentir orgulhoso
Eu nunca serei bom o suficiente pra você
Eu não consigo suportar outra briga
E nada está bem

Porque nós perdemos tudo
Nada dura para sempre
Me desculpe
Eu não consigo ser perfeito
E agora é apenas muito tarde
Nós não podemos voltar atrás
Me desculpe
Eu não consigo ser perfeito

Nada vai mudar as coisas que você disse
Nada vai fazer isso certo novamente
Por favor não vire as costas
Eu não consigo acreditar que é tão difícil
Somente falar com você
Mas você não entende

Porque nós perdemos tudo
Nada dura para sempre
Me desculpe
Eu não consigo ser perfeito
E agora é apenas muito tarde
Nós não podemos voltar atrás
Me desculpe
Eu não consigo ser perfeito

Porque nós perdemos tudo
Nada dura para sempre
Me desculpe
Eu não consigo ser perfeito
E agora é apenas muito tarde
Nós não podemos voltar atrás
Me desculpe
Eu não consigo ser perfeito.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

AMIGOS

Um dia a maioria de nós irá se separar. Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, as descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que compartilhamos...

Saudades até dos momentos de lágrima, da angústia, das vésperas de finais de semana, de finais de ano, enfim... do companheirismo vivido... Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre...

Hoje não tenho mais tanta certeza disso. Em breve cada um vai pra seu lado, seja pelo destino, ou por algum desentendimento, segue a sua vida, talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe... nos e-mails trocados...

Podemos nos telefonar... conversar algumas bobagens. Aí os dias vão passar... meses... anos... até este contato tornar-se cada vez mais raro. Vamos nos perder no tempo...

Um dia nossos filhos verão aquelas fotografias e perguntarão: Quem são aquelas pessoas? Diremos que eram nossos amigos. E... isso vai doer tanto!!! Foram meus amigos, foi com eles que vivi os melhores anos de minha vida!

A saudade vai apertar bem dentro do peito. Vai dar uma vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente... Quando o nosso grupo estiver incompleto... nos reuniremos para um último adeus de um amigo. E entre lágrima nos abraçaremos...

Faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em diante. Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vidinha isolada do passado... E nos perderemos no tempo...

Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades...

Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores... mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!!!

Vinícius de Moraes

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Pingo- de- Ouro



O sapo foi encontrado na Serra do Mar, no norte de Santa Catarina, após seis anos de busca. É a primeira vez que se tem registro da espécie na região. Natural da Mata Atlântica, ele é da família dos Brachycephalidae. Historicamente, existem registros de sua ocorrência no Espírito Santo e Rio de Janeiro.

Germano, um dos fundadores de uma ONG dedicada à proteção dos sapos, o Instituto Rã-bugio para Conservação da Biodiversidade, explica que o pequeno sapo é muito barulhento e seu coaxar é identificado durante o dia, ao contrário dos demais sapos. "Eles procuram se esconder em ambientes úmidos, e esse exemplar que encontramos estava embaixo de uma camada de folhas secas", disse.

Batizado de "sapo-pingo-de-ouro", por causa de sua cor dourada e tamanho, o minúsculo anfíbio foi devolvido à natureza depois de fotografado. O ambientalista ressalta que, infelizmente, a espécie está seriamente ameaçada de extinção. "Com o desmatamento, está cada vez mais complicado encontrá-lo", lamentou. "Sua sobrevivência está por um palito de fósforo".

Os anfíbios dessa família não apresentam a fase de girino aquático, como a maioria. A reprodução se dá por desenvolvimento direto, fora da água, isto é, os sapinhos nascem já na forma adulta a partir dos ovos depositados embaixo das folhas, galhos e troncos das árvores caídas, em decomposição, no chão da floresta.

O próximo passo dos ambientalistas é tentar o registro oficial do minúsculo sapo nos Estados Unidos. Germano não quer registrar o sapinho no Brasil, pois aqui é necessária a coleta no animal. Em 2000, o instituto Rã-Bugio registrou nos Estados Unidos a existência da rã-marrom, um anfíbio que costuma ficar enterrado no chão da floresta.

(Carcharodon carcharias)


O tubarão-branco (Carcharodon carcharias) é uma espécie de tubarão lamniforme, sendo o peixe predador de maiores dimensões existente na atualidade. Um tubarão-branco pode atingir 7,5 metros de comprimento e pesar até 2,5 toneladas. Esta espécie vive nas águas costeiras de todos os oceanos, desde que haja populações adequadas das suas presas, em particular pinípedes. Esta espécie é a única que sobrevive, na atualidade, do gênero carcharodon.

Com um complexo sistema de sensores em sua parte frontal – conhecidos como ampolas de Lorenzini – mesmo a 1 quilômetro de distância o tubarão pode detectar campos elétricos fracos, com cargas equivalentes a 1 volt, o que corresponde à batida do coração de um peixe. O olfato apurado permite perceber manchas de sangue a 3 km. Numa única investida, pode abocanhar 14 quilos de carne de uma só vez.

É uma ‘máquina’ de caça determinada, com muita fome e paladar eclético: come tanto carne de baleias e golfinhos como de tartarugas, leões e lobos marinhos, focas, polvos, raias e outros peixes, incluindo até mesmo pequenos tubarões, não raro filhotes da própria espécie. Pelo fato de também se alimentar de animais mortos, o tubarão-branco tem uma importante função na limpeza dos oceanos, ‘trabalho’ equivalente ao dos urubus e abutres em terra.
Carcharodon carcharias é chamado de branco pela cor predominante na parte inferior de seu corpo. Quando se olha um deles de baixo para cima, a claridade da luz ajuda a ‘esconder’ o corpanzil. Quando o observador está na superfície, olhando de cima para baixo, o dorso acinzentado também se confunde com o mar e serve como disfarce para o predador. Já para o tubarão, a visão conta muito na hora de buscar a presa. De acordo com pesquisas recentes, os olhos desse animal possuem uma membrana semelhante a uma tela refletora. Isso melhora sua visão, principalmente durante a noite.

Como não tem bexiga natatória, o tubarão-branco controla a passagem de água pela boca com o abrir e fechar das brânquias. Isso explica a boca sempre semi-aberta, exibindo a arrepiante fileira de dentes. Sua resistência à profundidade é impressionante: embora prefira se manter perto da superfície, pode mergulhar a mais de mil metros, conforme se atestou em um estudo realizado entre a Baja Califórnia (México) e o Havaí (EUA)!
O organismo do tubarão-branco ainda é adaptado para resistir às baixas temperaturas dos mares da África do Sul, sujeitos à corrente que sai direto da Antártica e é, naturalmente, gelada. Em geral, a espécie prefere águas temperadas, entre 12º C e 24º C. Seu sistema interno de reciclagem de calor permite manter uma temperatura superior à da registrada na água, em até 10º C. O sangue quente acelera o metabolismo, aumenta sua força e sua resistência.

Na linha evolutiva, calcula-se que a espécie tenha cerca de 60 milhões de anos e passou por poucas mudanças em relação ao ancestral mais provável Isurus rastalis. Já foram descritas várias espécies do gênero Carcharodon, mas estão todas extintas. O grande branco é a única que ainda sobrevive.
Encontramos exemplares com 4 metros de comprimento, no Sul da África, mas existem maiores. Na literatura, consta o relato de um tubarão-branco capturado em Port Fairy, na Austrália, com mais de 10 metros! Trata-se, no entanto, de um registro muito antigo, de 1870, sem fotos ou registro técnico. Outros dois recordes mundiais são reconhecidos, ambos de fêmeas. A primeira tinha 6,4 metros e foi pescada em Cuba, em 1945, e a segunda, de 7,14 metros, em Malta, em 1987. Esta última teria entre 25 e 30 anos, idade estimada como limite para a espécie, na natureza. Em geral, as capturas dos maiores exemplares são sempre de fêmeas, pois elas crescem mais do que os machos.

Desde 2003, a Lista Vermelha elaborada pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) considera o tubarão-branco ameaçado de extinção, na categoria vulnerável. Calcula-se que a população mundial total seja de apenas 10 mil indivíduos. Conforme outro relatório publicado pela IUCN no início de novembro, a ameaça de extinção não se limita ao tubarão-branco: várias espécies de tubarões e raias se encontram ameaçadas pela pesca industrial e pela prática conhecida como finning: captura, retirada das barbatanas e devolução dos animais ao mar, para morrer. O mercado de barbatanas de tubarão é altamente lucrativo e atende à demanda de restaurantes orientais.
Do total de espécies conhecidas no mundo, 18% estão ameaçadas de extinção. Os riscos são mais sérios no Atlântico Norte, onde 26% dos tubarões e raias estão em risco: 7% classificados como criticamente ameaçados; 7% como ameaçados e 12% como vulneráveis. E os números podem ser maiores, pois para 27% das espécies não há informação suficiente para uma classificação.

Como o grande branco, “a maioria dos tubarões são excepcionalmente vulneráveis à pesca excessiva devido à tendência de crescer lentamente, atingir a maturidade muito tarde e produzir poucos filhotes”, comenta Claudine Gibson, principal autora do relatório da IUCN e integrante do Grupo de Especialistas em Tubarões da organização, composto por pesquisadores dos mais diversos países, que trabalham com dados sobre aproximadamente mil espécies de tubarões e raias.

Segundo estudos feitos no Canadá, nos últimos 15 anos a população mundial de tubarões-brancos sofreu um declínio de quase 80%, devido à pesca predatória. A África do Sul foi o primeiro país a elaborar leis de proteção, há 17 anos. A legislação foi uma medida de emergência: com a população de tubarões em queda, as populações de suas principais presas – como lobos-marinhos e polvos – começaram a crescer demais. Ainda que não exista uma regulamentação mundial sobre a pesca do tubarão-branco, países como Austrália, Estados Unidos e Nova Zelândia já proíbem a atividade.